Não sou, jamais, contra a juventude se reunir em um estádio com a proposta de buscar avivamento, que esse seja o verdadeiro propósito. Em um tempo em que tantos jovens estão, neste exato momento, afundados nas drogas, na prostituição e em tantas outras formas de vazio e destruição, encontros assim se tornam um grito de esperança.
O que me move não é o evento em si, mas aquilo que nasce dele. Quando esse movimento deixa de ser apenas uma concentração e se transforma em ação, em revolução evangelística e missionária, em fome genuína por Deus, então estamos diante de algo que ultrapassa o espetáculo e toca a essência do Evangelho.
O verdadeiro avivamento não termina quando as luzes do estádio se apagam. Ele continua nas ruas, nas casas, nas escolas, nas igrejas locais.
Ele se manifesta quando jovens restaurados se tornam testemunhas vivas, quando a emoção do evento, do show, do culto, se converte em compromisso diário, e quando a fé deixa de ser momentânea para se tornar vida vivida diante de Deus.
Que Deus desperte nossas igrejas para o que é de interesse de Deus, para o avivamento, para o Evangelho, missões, evangelismo, retorno para as Escrituras.
Pastor e Colunista @michaelrossane
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